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Archive for Dezembro, 2013

Jeff Rubin, Porque é que o seu Mundo vai Ficar muito mais Pequeno, Lua de Papel

Serge Latouche, Pequeno Tratado do Decrescimento Sereno, Edições 70

René Dumont, Utopia ou Morte, Sá da Costa

André Gorz, Carta a D., Pianola

IMG Carta a D._0002

William Trevor, Depois da Chuva, Relógio d’Água

Junichiro Tanizaki, Alguns Preferem Urtigas, Edit. Teorema

Margaret Atwood, Good Bones, Virago

Margaret Atwood, Moral Disorder, Virago

Margaret Atwood, Órix e Crex, Asa

Tomaz de Figueiredo, Procissão dos Defuntos, Verbo

Julian Barnes, Os Níveis da Vida, Quetzal

João Guimarães Rosa, Aventura nos Campos Gerais, Livros do Brasil

depois da chuva

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Minha Senhora e Muito admirada Camarada e Amiga

Chegou o dia de lhe agradecer A Síbila, recebida naquele poço de Lisboa onde, por muito que se destine fazer, nada se faz. Espero me conceda que ainda a tempo virei de lhe agradecer a dedicatória que tão fundamente me comoveu. E, ainda a tempo – os tais males que vêem por bem- pois que posso acrescer a esta carta um “químico” da resposta a um questionário que o Óscar Lopes me propôs e que destina à revista “Lusíada”.

A título particular e confidencial vai, que me valha o perdão do meu aparentemente ingrato silêncio. Por ela saberá que, em Lisboa, passei os olhos pelo original de “A Síbila”. E é a minha vez de dizer: Impressionante! Pudera eu escrever assim! Que inveja, creia: mas a inveja honesta, a inveja boa de quem admira.

Do seu livro que ouvi em Lisboa até aqui em Estarreja – aqui, dum engenheiro que, por excepção, consegue ser engenheiro e também gente – as mais entusiasmadas referências. Alegra, isto. E A Síbila, afinal, quem a conhece já perfeitamente? Quando um livro tem sumo, não é a primeira e Sofrega leitura que todo se lhe apreende. Se, lido aí umas cinquenta vezes, o Eusébio Macário me traz ainda surprezas! E é um livro singelo. Que dizer do Bernardos complexos? Ou do Mann?

De há muito, e desesperado, cheguei à conclusão, pela parte que até me toca na roupa, de que nunca um livro será de todo apreendido pelo leitor. O leitor anda, vira a folha, distrai-se, é interrompido, atende o telefone, ou vai jantar, e deixa ameado um capítulo. E a intenção que nele pusemos, na própria subtileza duma palavra, que só podia exactamente ser essa, tudo lhe passa, distraído, por leviandade, quando não se trata de bácoro indiferente a pérolas.

Aí tem pelo que li já três vezes A Síbila. E outras hei-de lê-la, que a sua apreensão estará ainda muito crua. E agora, porque não pode deixar de interessá-la, – Sua pensão de escritora…dou-lhe a notícia de que terminei, há uns meses já, a minha “ambiciosa” Gata Borralhei-ra, que não é o brinquedo que só quis fosse a Procissão dos defuntos. Vou revê-la martirizá-la durante este ano todo, pois só a quero na rua em Dezembro. Se eu fizera o que tanto sonhei! Mas, conheço-me lirismo (guitarra) a mais nos meus livros, cérebro a menos. Acabou-se. Não posso voltar a nascer.

Peço-lhe muito amigos cumprimentos a seu Marido. E sou o “invejoso” admirador que lhe beija respeitoso a mão,

Tomaz de Figueiredo

Estarreja, 17/1/1955

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“Unfortunately, since the last financial crisis the too big to fail banks have become even more reckless.  Right now, four of the too big to fail banks each have total exposure to derivatives that is well in excess of 40 TRILLION dollars.

Keep in mind that U.S. GDP for the entire year of 2012 was just 15.7 trillion dollars and the U.S. national debt is just 17 trillion dollars.

So when you are talking about four banks that have each more than 40 trillion dollars of exposure to derivatives you are talking about an amount of money that is almost incomprehensible.”

Doomstead Diner

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global population 6000world-population-and-fuel-useglobalizationcorporate mediasnap-2013-11-11-at-15-51-38antiscience9llcorporate_tankartic-ice-volumeolduvai01_en2The Maya City of Palenque

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