de um líder como Pedro Passos Coelho, alguém capaz de substituir “uma geração de políticos profissionais cujos currículos se construíram no interior dos aparelhos partidários“, como ele próprio se define no Expresso. Porque P. Coelho, ao contrário de outros que por aí andam, nunca se serviu do partido para subir na vida. Se entrou ainda gaiato para a JSD, foi por imperativos éticos, tal como só o mais puro desejo de se sacrificar pela pátria o levou, sucessivamente, à direcção da JSD, à Comissão Política do mesmo partido, à Assembleia da República, à liderança da bancada parlamentar laranja e à vice-presidência do PSD, altura em que, decerto agoniado com o pantanal da política, decidiu abandonar a ribalta, concluir um curso de Economia e “entrar no mercado de trabalho”, mercado esse no qual os seus prodigiosos méritos depressa lhe valeram a elevação ao cargo, inicialmente, de director financeiro e posteriormente de administrador executivo da empresa Fomentinvest, que por incrível coincidência é liderada pelo barão do PSD Ângelo Correia. Que um homem tão isento e independente, com uma carreira construída totalmente à margem dos favorecimentos partidários, esteja disposto, uma vez mais, a sacrificar a sua vida pessoal e profissional (esta, nunca é de mais repetir, construída inteiramente fora dos circuitos de promoção partidária) para servir ao leme da nação, é algo que só pode merecer o nosso mais sentido reconhecimento. Está de facto na altura de romper com uma geração de políticos-profissionais-cujos-currículos-etc., e feliz é a nação que pode contar com a idoneidade de alguém como Passos Coelho, um paladino capaz de moralizar de vez a vida pública. Aceite desde já o nosso obrigado, dr. Passos Coelho, e que Deus o favoreça!
É disto exactamente que o país precisa,
18/01/2010 por JMS
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