Frases para a história: “Vocês têm que fazer as vossas próprias leis”.
Excerto de Torre Bela (1975), de Thomas Harlan
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25/04/2009 por JMS
Frases para a história: “Vocês têm que fazer as vossas próprias leis”.
Excerto de Torre Bela (1975), de Thomas Harlan
Essa é que é essa!
Se isto constitui um apelo à rebelião social eu, desde já, me manifesto contrário a tal ideia. Não se pode andar por aí a propagar semelhante desrespeito enquanto houver faculdades de direito a funcionar.
É certo que temos agora à disposição as Novas Oportunidades, mas há que não confundir os conceitos – uma coisa é ter uma oportunidade, outra, completamente diferente, é “marcar golo”.
É verdade que são coisas diferentes, Quim, mas não é por o povo português ser perdulário e falhar golos de baliza aberta que uma pessoa vai entregar o jogo ao adversério, certo? Há que tentar criar mais oportunidades, abrir o jogo pelo flanco esquerdo, prescindir de um defesa se for preciso. Já se sabe que o árbitro está comprado, que não temos treinador, que o melhor sector da equipa ainda vai sendo a defesa, que estamos desmotivados, que o adversário nada em dinheiro e pode comprar jogadores sonantes, adeptos barulhentos e fornadas de jornalistas. Mas nada disso esconde o facto, evidente, de o futebol do adversário ser de uma pobreza confrangedora, limitam-se a chutar para a frente e esperar que o árbitro resolva. Nós, se jogarmos de forma coesa e com as linhas juntas (o nosso mal sempre foi esse, deixarmos que se abrisse um fosso entre os sectores recuados e a linha avançada), podemos pelo menos levar isto para prolongamento. Não sei. Abraço.
Não, Miguel, entregar o jogo ao adversário, nunca. Mas, de facto, há que reconhecer que temos jogado muito mal. Muitos dos tipos em que a malta aposta para a ponta esquerda acabam por se revelar contratações falhadas – quando damos por ela, estão a jogar ao centro ou, pior, encostados à ala direita. E isto acaba por aniquilar todas as tentativas de ataque e dizimar completamente a organização defensiva. Na verdade, esses craques só pensam no estrelato, são individualistas, e não fazem ideia (ou não querem fazer) do que é o jogo de equipa. Há que ter a coragem de os despedir e, aqui sim, com justa causa. É certo que em clubes humildes como o nosso não é fácil resistir ao brilho de certas e determinadas estrelas que (a)parecem “dispostas a alinhar convosco e a comer a relva se necessário for”. Pois bem, ponhámo-las no banco por uns tempos e logo veremos a vontade que têm de se adaptarem ao colectivo – há que dar tempo ao tempo.
Um Tetra Abraço!
Tanto paleio para quê?
25 de Abril já!
Pilantra, infelizmente, pelo menos por enquanto, o 25 de Abril jaz – “Jaz morto e arrefece”. Essa e que é essa!
Essa é que é essa porque não estamos para a respiração boca a boca! Meter a mão na merda também cansa!
Antes, era o trinta e um de boca, à mesa do café e a camisa no fio.
Depois, acabaram com os cafés, cortaram-se as mangas às camisas a dar ar ao sovaco. E ficou tudo a dar a dar pelas lanchonetes.
Vá centros comerciais da quinquilharia, vá estádios, vá rezas e peregrinações!
Já não temos pachorra para esperar que o nabo dê nabiça, é isso.
Muitos meninos de suas mães morreram, para se apanhar o
pássaro.
Agora, vai ser a guerra do bolor.
Inspirador!! Tanta determinação chega a ser comovente nestes tempos de shownarlismo.