POLÍTICA, HISTÓRIA, FILOSOFIA, SOCIOLOGIA
David Ray Griffin – The New Pearl Harbor Revisited
Russ Baker – Familiy of Secrets
John Pilger – Hidden Agendas
Ian Kershaw – Hubris
Sheldon Wolin – Democracy Incorporated
Peter Sloterjdik – Crítica da Razão Cínica
Vários – História da Vida Privada em Portugal
Slavoj Zizek – Da Tragédia à Farsa
Richard Sennett – A Cultura do Novo Capitalismo
Philip Agee – Inside the Company: A CIA Diary
LITERATURA E AFINS
George Eliot – Middlemarch
Robert Walser – Jakob von Gunten
William Trevor – The Stories
Stendhal – O Vermelho e o Negro
William Maxwell – So Long, See You Tomorrow
Reiner Stach – Kafka, The Decisive Years
Andres Trapiello – Apensas Sensitivo
Ian Hamilton – Tne Book of 20Th Century Essays
Tony Harrison – Laureate’s Block and Other Poems
Edmund White – City Boy
ou a vista anda fraca ou as cataratas não ajudam
ou 2011 foi um mau ano para leituras
ler o estendal na idade madura é ter falta de livros ou ter gostos sui generis
reler o dito cujo é ter falta de memória
há livros intemporais que são livros de época
mas tal como não é maçon quem quer
também nem todos os livros de época são intemporais
il gato pardo de tomás di lampedusa é um livro de época intemporal
o vermelho e o negro ou a cartuxa de parma não…
heróis que desafiam a hipocrisia dos tempos como o Batman…
são os heróis de cordel do romance histérico-psico-ilógico
Resumindo:lê-se mas não é o catch 22
livro do ano
só em anos maus…
Nunca tinha lido O Vermelho e o Negro. Não gostei dos últimos capítulos, onde o edifício romanesco se desmorona bastante em peripécias folhetinescas e em inverosmilhança psicológicas ridículas. Mas 2/3 do livro são bons, acho, ou tão bons quanto o podiam ser na pena de um pioneiro, que foi apenas (convém não esquecer) um dos “inventores” da psicologia no romance. Portanto, o mínimo que a obra me merece é a consideração que se deve ter pelos pioneiros, os que arriscam em terreno desconhecido e pantanoso, e se eles se afundam um pouco, ou se chegam ao fim da viagem muito enlameados, há que dar os devidos descontos diacrónicos. Em suma, O Vermelho e o Negro é um grande romance falhado, mas é o falhanço de um bravo.
E, sim, 2011 foi para mim um ano mau (isto é, parco) em leituras de ficção.
JMS
já agora: Somos americanos nenhum oficial de qualquer exército do mundo pode fazer tal afirmação. pensem nisso
o sargento knight pensou nisso e comunicou ao coronel que aqueles eram os subalternos
os oficiais estavam noutro lado
o coronel agradeceu e afastou-se satisfeito.orgulhava-o que 29 meses nas fileiras não lhe tinham afectado o génio para a inépcia
isto é que são 500 páginas de romance histórico-psicológico
estendal é muy primevo…